sexta-feira, 26 de março de 2010

* SER

“De célula a homem”. De homem a dados. Não os dados que desfiam a sorte daqueles que ousam desafiar o destino. Os dados que flutuam no mar digital, num turbilhão constante de informação.
Zero e um. Um e Zero. Emoções e sentimentos binários fluindo pelo universo como o farfalhar da asa de uma borboleta. A teia. Mas não a teia da aranha que delicadamente constrói seu caminho. A teia de informação, de cor, de luz e de dor.
E o que deveria ser um mar de lógica, singrado por pura matemática, foi conquistado por um sorriso delicado de menina. A você, garota do sorriso fácil e voz doce, que domou robôs e conquistou multidões. Você que um dia sentiu em si os desejos de um rei...
Adaptado - PEDRO BIAL

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